As instabilidades políticas, econômicas e sociais dos países africanos têm sido vistas como um dos maiores desafios a serem superados nos dias atuais. Hoje, a falta de liberdade econômica e social é o grande problema que faz com que o fraco esforço dos políticos africanos em consolidar os sistemas políticos e econômicos em permanente crise, seja ainda mais vulnerável. Tentamos entender as razões dos crescentes níveis de suborno das instituições públicas e privadas, além do déficit de uma ética política e outros fatores corrosivos das nações africanas que o tornam um continente com alto nível de vulnerabilidade. Assim, nos encarregamos de esboçar uma linha histórica do pensamento político de um dos países mais promissores do continente africano: a Angola. Isto é possível por meio do uso de fontes históricas que encadeiam os principais acontecimentos políticos da história de Angola que levaram à independência e que obtiveram sucesso. Conclui-se que a intervenção estatal baseada em idéias socialistas / comunistas tem sido, como teoricamente comprovado pela Escola Austríaca, prejudicial ao desenvolvimento sócio-econômico do país africano e sugere-se uma revisão para que tal intervenção seja finalizada em um futuro artigo.
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