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Cultura e Liberdade

v. 3 n. 1 (2015)

A Poesia da Ordem Espontânea:: Economia Austríaca e Crítica Literária – Parte II

  • Paul A. Cantor
DOI
https://doi.org/10.30800/mises.2015.v3.743
Enviado
junho 21, 2018
Publicado
2015-06-01

Resumo

Esta é a segunda parte de um artigo no qual o autor critica a padronização de receitas para a crítica econômica da literatura. Chama a atenção para o espírito anticapitalista das discussões econômicas de literatura, muitas vezes reproduzindo um discurso abertamente pró-socialismo. Questiona se esse modo de pensar seria o mais útil na análise da literatura. Cantor argumenta que a maneira mais eficiente de contrabalançar os efeitos negativos da crítica literária marxista não é negar que a economia tenha relevância para a literatura, mas sim, oferecer uma alternativa positiva ao marxismo para a relação da literatura com a economia, como as ideias da Escola Austríaca de Economia.

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