Este artigo é um breve estudo revisionista da história do direito antitruste, no qual tentamos demonstrar que, ao contrário do que afirma o mainstream acadêmico, as leis antitruste não foram editadas para garantir a livre concorrência e/ou maximizar o bem-estar do consumidor, mas para proteger empresários ineficientes que não conseguiam se manter num ambiente de livre mercado genuíno, em que a competição era intensa e produzia resultados extremamente benéficos para os consumidores: inovação constante, aumento da produção, melhoria dos produtos/serviços e redução dos preços.