O autor apresenta o desenvolvimento do pensamento econômico na Idade Média (séculos XII e XIII), dando atenção principalmente ao entendimento dos canonistas e teólogos das grandes universidades medievais e dos grandes pensadores das emergentes ordens religiosas, como os dominicanos e franciscanos, a aspectos econômicos tais como a usura, a cobrança de juros e o estabelecimento do “preço justo”.