O autor argumenta que a economia teórica não pode ocupar o lugar da história ou da estatística econômica na busca de conhecimento e que a investigação mais abrangente no campo da história ou da estatística também não pode substituir a economia teórica sem deixar um vazio no sistema das ciências econômicas. A compreensão de fenômenos concretos, de qualquer tipo que sejam, deve se distinguir sempre dos fundamentos científicos dessa compreensão, ou seja, da teoria ou da história dos fenômenos correspondentes; e a compreensão teórica dos fenômenos econômicos concretos deve distinguir-se, em particular, da teoria da economia.